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Prospecção ativa: por que você odeia ligar (e como resolver isso em 5 minutos)

  • Writer: Maucir Nascimento
    Maucir Nascimento
  • Oct 29
  • 9 min read
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Você já percebeu que prospecção ativa virou quase um palavrão em muita equipe de vendas?


É só alguém falar “vamos fazer outbound” e metade do time já faz cara de dor de barriga. A outra metade respira fundo e diz: “bora tentar mais uma vez…”


O problema é que ninguém ensina o que realmente significa prospectar. Falam de script, de cadência, de CRM… mas esquecem que o jogo é humano.


É energia, timing, contexto, mensagem certa e, acima de tudo, sistema. Porque prospecção sem sistema é igual dieta sem regra: começa animado na segunda, morre na quarta e se culpa na sexta.


E é aí que entra o caos: vendedor frustrado, gestor cobrando, lead sumindo e o pipeline parecendo aquele cofre que você sabe que está vazio, mas continua abrindo “só pra conferir”.


prospecção ativa

Em menos de 5 minutos de leitura, eu vou te mostrar:


  • Por que a prospecção ativa não é o bicho-papão que te contaram

  • Onde 90% dos times estão errando (e nem percebem)

  • E como montar um processo multicanal que gera conversa e não só tentativa de contato


Ah, e sim: depois a gente vai falar daquele dado cruel das ligações. Mas segura aí, porque antes de chegar nele, você vai entender por que a maioria das prospecções morre antes mesmo de nascer.


1) Primeiro o básico que quase ninguém faz em prospecção ativa: ICP → Lista → Hipótese de valor


Antes de pensar em mensagem, canal ou cadência, responda a três perguntas simples:


1. Quem eu quero? 


Defina em quatro linhas: o setor, o porte da empresa, o cargo decisor e um problema real que essa pessoa pagaria pra resolver hoje. Sem isso, qualquer tentativa vira tiro no escuro.


2. Onde eles estão? 


O Brasil é um dos países mais conectados do mundo, mais de 86% da população está online. Use isso a seu favor: busque decisores nas redes certas, principalmente no LinkedIn, que segue como o principal canal B2B no país. É perfeito? Não… mas aqui você encontra 14,7% dos Brasileiros.


3. Por que eles falariam com você agora? 


Monte uma frase curta que resume seu valor. Exemplo:


“Se você é [cargo] em [setor] e quer [resultado], posso te ajudar a reduzir [custo/tempo/risco] como eu fiz pra/com [prova ou caso real].”


Clareza é tudo. Uma frase direta e verdadeira vale mais que dez promessas genéricas.


2) Saia do “canal único”: Brasil é WhatsApp-first, mas B2B responde em multi


O vendedor que insiste em usar só um canal está pedindo pra ser ignorado. Hoje, o comprador B2B vive em múltiplas janelas ao mesmo tempo e se você não aparece em mais de uma, ele simplesmente não te vê.


1. WhatsApp


O Brasil é um país WhatsApp-first: o aplicativo está presente em praticamente todos os celulares.

Ignorar esse canal é desperdiçar atenção onde ela já existe.


2. LinkedIn


O LinkedIn continua sendo o espaço mais poderoso para alcançar decisores B2B. O Brasil é um dos maiores mercados da plataforma e, por aqui, é onde os decisores realmente leem, comentam e respondem.


3. E-mail 


Ainda é o canal mais usado por executivos B2B em contextos frios, mas com uma taxa média de resposta de apenas 4%. Ou seja: sozinho, ele não dá conta do recado. Só pra não perder a piada, ele funciona ainda menos se você cometer erros assim:



4. Telefone


Mesmo na era digital, a ligação ainda importa, e muito.


Estudos mostram que no cenário B2B, embora a taxa de “fechar negócio a partir de cold call” fique em torno de mais ou menos 2%, isso não significa que o telefone morreu: significa que quem faz bem domina a vantagem.


Ou seja: se você trata a ligação como último recurso, ou improvisa quando se lembrar, você está jogando esse canal fora.


Use o telefone para conversar rápido, direto, ou como parte de uma sequência que já aqueceu o prospect via outros canais.


Vamos falar mais sobre isso aqui, ok? Eu sei que essa aqui é uma das maiores dores da galera de vendas.


5. Multicanalidade 


Quanto mais coerentes forem os pontos de contato, maior a chance de resposta.


Estudos mostram que estratégias que combinam dois ou mais canais aumentam significativamente o engajamento, justamente porque o decisor vê a mesma mensagem de formas diferentes ao longo do dia.


Em resumo:


Combine e-mail + LinkedIn + WhatsApp + (quando fizer sentido) uma ligação curta.

Um canal aquece o outro.


Quem usa todos de forma inteligente, vence pela constância e não pelo volume.


Em resumo: Combine e-mail + LinkedIn + WhatsApp (e, quando fizer sentido, uma ligação curta). Um canal aquece o outro. Quem usa todos de forma inteligente, vence pela constância e não pelo volume.


3) Playbook de 7 dias (multicanal, sem vício de telefone)


Esse é o plano pra você sair do modo aleatório e criar um ritmo de prospecção real, que mistura e-mail, WhatsApp, LinkedIn e ligação de forma leve e coerente.


Nada de entupir o lead de mensagens, o segredo aqui é constância e propósito.

Use com até 30 contatos por ciclo e repita toda semana.


Dia 1 – E-mail direto e com valor


Comece com um e-mail curto e claro:


  • Mostre que você entende o problema do lead.

  • Use um dado ou mini caso real do setor dele.

  • Termine com uma pergunta simples, tipo:


“Vale a pena conversarmos 15 minutos sobre isso?” Hoje, os melhores e-mails de prospecção são os que parecem mensagem de gente real, não newsletter de empresa.


prospecção ativa

Dia 2 – LinkedIn: apareça antes de falar


Entre no perfil da pessoa, siga a empresa, curta um post recente e só então envie o convite. Nada de mandar “Oi, tudo bem? Trabalho com X”. Escreva algo como:


“Vi sua publicação sobre [tema]. Gostei da sua visão sobre ele. Bora nos conectar?”

O objetivo aqui não é vender, é ser notado. Quando você aparece antes de pedir atenção, sua mensagem deixa de parecer spam.


Dia 3 – WhatsApp com contexto e permissão


Se a pessoa aceitou o convite ou abriu o e-mail, entre com um toque leve:

“Oi, [nome]! Aqui é o [seu nome] da [empresa]” 


“Vi que você é [cargo] na [empresa], curti pra caramba aquele [tema] da sua postagem lá no Linkedin e decidi mandar um alô por aqui”“ “Tem 30 segundos aí pra falar? Queria te fazer uma pergunta rápida”


O WhatsApp está em quase 100% dos celulares brasileiros, mas o que separa quem converte de quem irrita é a permissão. Nada de PDFs, vídeos ou textos longos no primeiro contato.


Dia 4 – Ligação curta e inteligente


Agora que o lead já viu seu nome por e-mail ou WhatsApp, é hora de ligar do mesmo número do qual você mandou o WhatsApp. Nada de discurso decorado. Vá direto:


“Oi, [nome], tudo bem?”


“Antes de qualquer coisa, deixa eu te dizer: amei aquela postagem sua sobre [tema]. Super relevante pra [argumentação]”


“Vi que vocês estão [situação ou projeto]. Tenho uma ideia que pode ajudar a [resolver dor X]. Tem 2 minutos pra falar sobre isso?”


Pesquisas mostram que mesmo com baixas taxas médias (por volta de 2% de conversão por ligação fria), a ligação continua sendo o canal mais eficiente para gerar relação de confiança.


O segredo é não soar como um robô. Fale como se fosse uma conversa real, porque adivinha só, é.


Dia 5 – WhatsApp de retorno


Se a pessoa ainda não respondeu, envie um segundo WhatsApp pra mensagem subir.

“Tentei te ligar ontem”


“Você tem 1 minuto aí pra falar sobre [benefício matador hiper resumido]?”


Aqui, o foco é gerar curiosidade, não insistência. Mostre que você está trazendo informação, não cobrança.


Dia 6 – Follow-up leve (LinkedIn)


Depois de alguns dias, reapareça de forma natural. Pode ser um comentário num post da pessoa:


Fazer um comentário real, oficial. Cuidado com coisas geradas pelo GPT. Raramente comentários criados por ele soam autênticos, afinal, o GPT não é autêntico, ele não é você.


É o momento de lembrar que você existe, não de forçar uma reunião. A frequência é o que cria familiaridade, e familiaridade gera confiança.


Dia 7 – Encerramento elegante (por e-mail ou ligação)


Feche o ciclo com respeito e profissionalismo:


“Oi, [nome], sei que sua rotina é corrida. Tentei falar contigo por WhatsApp, telefone e e-mail, mas não consegui. 


Gostaria de 2 minutos seus pra compartilhar como eu posso te ajudar com [benefício matador].


Gravei um Loom especificamente pra você, tá aqui:


Em 2 minutos tudo pode mudar [botar hiperlink por trás disso aqui].


Paralelamente, deixo meus contatos na assinatura, caso você queira falar sobre [o que sua empresa faz de forma super específica]”


A maioria dos vendedores peca no fim: ou some, ou insiste demais. Encerrar com leveza é o que deixa a porta aberta pro futuro.


Dica final


Esse ciclo é simples, mas poderoso. O segredo está na ordem e na intenção: cada canal aquece o outro, e o lead vai reconhecendo seu nome até estar pronto pra conversar.


Prospectar não é mandar 200 mensagens. É construir 30 BOAS conversas por semana. Com método, clareza e… sem Blah Blah Blah.


Nota importante: você percebeu que esse playbookzinho aí em cima é bem artesanal, né? Ele é feito pensando em contas maiores, ok? Não adianta fazer esse processo assim pra qualquer trinta cruzeiros furados. Se for trabalhar com ticket baixo, o processo tem que ser outro.


prospecção ativa

4) Personalização que escala (sem virar redação)


Personalizar não é escrever uma redação diferente pra cada pessoa, é mostrar que você sabe por que está falando com ela agora.

Faça assim:


  • Comece com um motivo real: uma contratação nova, uma expansão, um produto lançado, uma parceria. Algo público que mostre que você está acompanhando o movimento da empresa.

  • Troque o discurso de “funcionalidades” por impacto real: fale de tempo ganho, custo reduzido ou risco eliminado.

  • Use dados do próprio mercado para dar credibilidade (“empresas do seu setor reduziram em 20% o tempo de fechamento com essa prática”).


5) Multithreading > herói solitário


Em vendas B2B, raramente uma decisão depende de uma só pessoa. Por isso, fale com 2 ou 3 pessoas da mesma empresa: quem sente a dor, quem executa e quem assina o contrato. O LinkedIn é ótimo pra isso.


Como fazer sem ser invasivo: cada pessoa deve receber uma mensagem adaptada ao seu papel. O gestor quer saber do resultado. O operacional quer saber da praticidade. O financeiro quer saber do risco.


Nada de copiar e colar. Conversa de massa não fecha venda de valor.


6) Métricas de verdade (e o que elas significam)


Se você não mede, você não melhora. Olhe pra esses indicadores:


  • Taxa de resposta em cada canal (não adianta abrir e não responder).

  • Conversas iniciadas em relação aos contatos feitos (meta: entre 8% e 12%).

  • Reuniões qualificadas em relação às conversas (meta: entre 25% e 40%).

  • Tempo médio de resposta e intervalo entre tentativas (ajuda a evitar que o lead desapareça).


Se o seu e-mail tem menos de 4% de resposta, o problema está na mensagem: ajuste o assunto, o valor ou a clareza.


Se o seu WhatsApp não gera retorno, o problema pode ser contexto e permissão. Mesmo sendo o app mais usado do Brasil, como vimos, o segredo está em abordar do jeito certo, na hora certa.


7) LGPD sem drama


Prospecção ativa não é bagunça, mas também não precisa virar burocracia.

Pra fazer direito:


  • Deixe claro por que está entrando em contato (interesse legítimo e objetivo comercial).

  • Dê sempre opção de descadastro fácil, seja no e-mail, no WhatsApp ou em qualquer outro canal.

  • Se usar ferramentas fora do Brasil, siga as cláusulas-padrão da ANPD (Resolução 19/2024).


Cumprir a LGPD não te faz vender mais, mas não cumprir pode te fazer perder vendas e reputação.

8) Guia de bolso (resumão!)


Antes de começar: defina quem é o público certo, monte uma lista qualificada e escreva em uma frase o valor real que você entrega.

Canais organizados:

E-mail: pra abrir a conversa com clareza.

LinkedIn: pra criar relação e presença.

WhatsApp: pra agilidade e resposta rápida.

Ligação: pra gerar conexão real e confiança.

Personalização sem exagero:

Use um motivo real, um dado do setor e um convite simples à ação.

Nada de texto de cinco parágrafos pra falar o que caberia em dois.

Fale com mais de uma pessoa:

Ative 2 ou 3 contatos da mesma empresa, com ângulos diferentes, operação, gestão, financeiro.

Vendas complexas são decisões coletivas, não individuais.


Mensure tudo:


Taxa de resposta, tempo de retorno, número de conversas iniciadas.

Não adivinhe: ajuste com base em dados, não em “achismo”.


E nunca esqueça da LGPD:


Deixe claro o motivo do contato e respeite o direito de descadastro,

principalmente se usar ferramentas estrangeiras.


Conclusão sem Blah Blah Blah


Você não precisa ser “o rei da ligação” nem um robô do WhatsApp.


Você precisa de um sistema: público certo, mensagem certa e canais funcionando juntos.


Quando você para de atirar pra todos os lados e começa a construir contatos com método, a prospecção deixa de ser castigo e vira pipeline previsível, com conversa de verdade, não tentativa de sorte.


E se você quer aprender a fazer isso do jeito certo, com quem vive de pré-venda e prospecção ativa todos os dias, conheça meu método: o SDRMAX.


Um treinamento direto ao ponto, feito por SDRs, vendedores e gestores que estão no campo,  pra quem quer dominar o processo de ponta a ponta: desde o primeiro contato até a qualificação que gera reunião de verdade.


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