Estudar vendas: por que o vendedor que aprende mais vende mais
- Maucir Nascimento

- Nov 5
- 5 min read

Sabe o que mais derruba vendedor bom? Não é a concorrência, nem o preço, nem o cliente difícil. É a preguiça de estudar vendas.
E eu falo isso com propriedade, porque hoje eu trabalho com educação comercial.
E dá pra sentir na pele: a maioria quer o resultado, mas não quer o caminho.
Quer pular a parte chata, mas cobrar o mesmo desempenho de quem treina todos os dias.
A maior parte dos vendedores quer atalho, não aprendizado.
Sim, eu sei. Só de ouvir a palavra estudar, metade dos vendedores já fecha o CRM e vai fazer “networking” no LinkedIn.
Mas segura esse dado aqui:

Olhe que isso aí tá falando de treinamento corporativo, hein. Se for olhar a quantidade de vendedores que buscam treinamento por sí mesmos, os números são terrrrrrrrríveis.
Ou seja: a maioria não estuda.
E quando estuda, não pratica. E quando não pratica, adivinha? Volta pro modo “Blah Blah Blah”:
“O cliente tá difícil…” “O lead não responde…” “O mercado tá fraco…”
A verdade é que a maioria quer resultado de elite com esforço de estagiário. Quer script pronto, resposta mágica e atalho. Mas não quer parar 30 minutos pra aprender o que realmente gera venda.
E o que acontece? O mercado muda. O cliente muda. O algoritmo muda. Mas o vendedor… continua preso em 2015, falando do mesmo jeito, com o mesmo pitch, esperando que o mundo volte a funcionar do jeito antigo.
Se você é um desses, não precisa fechar o artigo agora, mas segura firme, porque em 5 minutos de leitura você vai entender:
Por que a maioria dos vendedores odeia estudar (e o que isso diz sobre o mercado);
O custo real da ignorância comercial;
E como virar o jogo sem precisar de “guru”, sem decoreba e sem promessas de palco.
A era do “me dá tudo pronto” e o fim da curiosidade comercial
O mercado de vendas vive uma epidemia silenciosa: todo mundo quer resultado rápido, mas quase ninguém quer aprender de verdade.

33%!!!!!!!!!
Isso revela algo sério: não é que falte conteúdo, falta gente disposta a estudar com profundidade. O resto quer só “receita de bolo”.
E o problema é cultural. A gente acostumou o vendedor a esperar o gestor dar tudo pronto: o script, o pitch, o modelo de mensagem, a cadência, até o que dizer quando o cliente respira errado.
O cara entra numa call, erra o timing, e em vez de revisar o que fez, ele corre pra pedir um “novo script milagroso”. Quer o resultado, mas não quer o processo. Quer o troféu, mas não quer o treino.
E isso cria um efeito dominó: vendedor superficial → atendimento genérico → cliente desconectado → funil travado.
A nova geração de vendas está mais conectada do que nunca, mas menos curiosa do que deveria. Assiste meia aula no YouTube, vê um carrossel no LinkedIn e acha que já domina o SPIN, o GPCT, o NEPQ e todas as siglas que aprendeu em 40 segundos…
Mas na hora da conversa real, quando o cliente diz “tô vendo com calma”, o vendedor desmonta. Falta base. Falta repertório. Falta estudo.
E sabe o que é pior? A maioria não percebe que o conhecimento é o ativo que mais valoriza. Ferramenta muda, CRM muda, produto muda. Mas o vendedor que entende gente, processo e método, nunca sai de moda.
Estudar vendas é o que separa amadores de profissionais
Todo vendedor de alta performance tem uma coisa em comum: aprende mais do que reclama.
E não é discurso motivacional. É realidade. O cara que estuda, observa, anota e revisa, esse sim cresce. Porque estudar não é ficar vendo aula no mudo enquanto responde WhatsApp. É entender o jogo por dentro.
Quem estuda:
Entende o comportamento do cliente, sabe que por trás de todo “não” tem medo, dúvida ou falta de clareza.
Cria repertório pra conversar com qualquer decisor, do dono de empresa ao analista técnico.
Ajusta o discurso ao contexto, porque percebe o que o outro precisa ouvir, não o que ele quer empurrar.
Já quem não estuda…
Copia o mesmo roteiro velho de 2017 e torce pra funcionar.
Vive refém de “inspiração”: só vende quando o humor ajuda.
E culpa o marketing, o lead, o preço, o gestor, qualquer um, menos o próprio comodismo.
O estudo não é luxo. É uma ferramenta de sobrevivência.
Sabe por quê? Porque o comprador de hoje já pesquisou tudo antes de você abrir a boca. Ele sabe o preço, o concorrente, o benefício e até os reviews negativos da sua empresa. Ou seja: ele chega na conversa mais preparado do que o vendedor.
Se você não estuda, ele percebe em 30 segundos. E aí não adianta carisma, nem discurso bonito, o cliente simplesmente não confia.
Enquanto isso, quem estuda domina a conversa com naturalidade. Faz pergunta certa, cria conexão, conduz o raciocínio e fecha. Sem truque, sem milagre.
O mercado não recompensa quem “tenta parecer bom”. Recompensa quem sabe o que está fazendo.
O que estudar em vendas (e como aplicar sem ser só teoria)
Estudar vendas não é decorar slide de PowerPoint nem sair repetindo nome de método como quem coleciona figurinhas. É entender o porquê das coisas e testar no campo.
Quer saber por onde começar?
Entenda o funil de vendas como um organismo vivo. Ele muda o tempo todo: um dia o gargalo tá no topo, no outro tá no fechamento. Saber onde está o problema é o que separa quem tem método de quem vive “no escuro”.
Domine perguntas de descoberta. A venda nasce ali, quando você entende o que o cliente realmente precisa, não o que ele diz que quer. E é exatamente isso que o SPINMAX ensina: um método (meu método, especificamente pra vendedores) prático de perguntas, simulações e roteiros reais pra transformar conversa em oportunidade.
Entenda o papel da qualificação. Não adianta saber gerar lead se você não sabe o que fazer quando ele responde.
O SDRMAX foi criado justamente pra isso: treinar quem está na linha de frente, SDRs, vendedores e pré-vendedores, pra dominar cadência, abordagem e qualificação inteligente de leads.
É o curso pra quem quer conduzir conversas reais e gerar oportunidade de verdade, não repetir frase de roteiro.
Estude objeções reais e aprenda a transformá-las em diálogo. Objeção não é o fim da conversa, é o começo dela. Quem treina aprende a conduzir; quem não treina, trava.
Revise suas abordagens com base em dados, não em achismos. Grave, ouça, ajuste. O vendedor que analisa o próprio desempenho cresce 10x mais rápido que o que só “sente que foi bem”.
E aqui vai o resumo que ninguém gosta de ouvir: 30 minutos por dia de estudo te colocam anos-luz à frente de quem repete as mesmas frases há três anos.
Conclusão: estudar vendas é o que garante resultado de verdade
No fim do dia, o jogo é simples: quem estuda, cresce. Quem espera o gestor resolver, desaparece.
Você pode continuar reclamando que “o cliente sumiu”... ou pode aprender por que ele sumiu e o que fazer diferente da próxima vez.
O que a gente ensina no SDRMAX e no SPINMAX não é teoria de palco. É prática de campo. São programas criados por vendedores e pré-vendedores que vivem o jogo real, com simulações, scripts testados e acompanhamento direto pra você aplicar no dia seguinte.
Quer parar de pedir fórmula mágica e começar a vender com método? Conheça o SDRMAX, pra SDRs, e o SPINMAX, pra vendedores. Dois treinamentos diferentes, um mesmo propósito: Gerar resultados, mas sem Blah Blah Blah.
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